Consultor empresarial André Ferreira faz menção ao saudoso chanceler da Unig Fábio Raunhetti

O consultor empresarial André Ferreira utilizou suas redes sociais para prestar uma homenagem ao saudoso fundador chanceler da Unig, dr. Fabio Raunhetti ou “ Fabão” como era mais conhecido. Fábio ( pai) foi também deputado federal e um grande visionário no campo da educação fluminense.

Quando a Unig campus X chegou em Itaperuna através da amizade e parceria dos colegas e então deputados federais dr. Fábio e dr. José Egydio Tinoco o progresso e o desenvolvimento vieram juntos. É bem verdade que o grupo político que na época chefiava o Executivo municipal, grupo esse “ gerador” disso que aí está foi totalmente contrário a implantação da universidade.A alegação de um ex-prefeito com pensamento retrogrado e coronelista é de que universidade particular serviria apenas “ para os filhos dos ricos”. Sob essa alegação esse mesmo grupo político com sua visão mesquinha prometeu um campus da UFF para Itaperuna ( que até hoje não chegou) ;como também prometeu um hospital municipal ( que teve até pedra fundamental lançada ) no qual três parcelas de R$ 250 mil reais vieram à época ( até ontem a obra não havia começado ) e o tal hospital ficou no sonho; esse ex-prefeito prometeu uma “fábrica de remédio” que foi inaugurada três vezes e nunca fabricou uma aspirina; esse mesmo grupo que foi contrário à vinda da Unig para Itaperuna na época prometeu a construção de quatro escolas municipais nos moldes do Nossa Senhora das Graças ( mais uma promessa não cumprida), mas esse grupo político que foi às ruas e redes apoiar o governo Jair Bittencourt, Nel e Neto é o mesmo grupo que foi contrário à vinda da Unig para Itaperuna, sendo também o mesmo grupo que apoiou a criação da então Casa de Custódia e hoje presídio Diomedes Vinhosa Muniz no município . O grande padrinho, líder e guru político do atual prefeito Nel Medeiros já responsabilizou o aumento da violência em Itaperuna por conta da vinda das universidades para o município e especialmente dos cursos de medicina como podemos ver em suas falas infelizes no vídeo abaixo:

Outro registro importante desse grupo que outrora tanto lutou pela não implementação da Unig em Itaperuna e que permanecerá pela imortalidade é o de um caminhão da famosa concreteira Apolo trabalhando na construção do presídio que após sua implantação aumentou consideravelmente a violência na então pacífica Itaperuna:

Pois bem… extrai -se que enquanto uns realmente fazem pela educação como foi o caso do imortal dr. Fábio Raunhetti, dr. Jair Bittencourt ( o verdadeiro, o pai, o educador e não o “ fazedor”de negócios ), dona Carmozina Reis, padre Humberto Lindelelauf etc.

Outros fomentam presídios, destroem uma escola histórica no município que posteriormente foi um centro de comércio “ no coração da cidade” para dar lugar a um arranha-céu que talvez não seja maior que sua ganância de poder e dinheiro.

Vale lembrar que deixou desde a implantação da Unig em Itaperuna, tivemos a modernização da Fundação São José, a implantação da Faculdade Redentor ( hoje Afya), a implantação da Estácio, a abertura de diversos cursos técnicos, enfim Itaperuna se tornou mesmo contra a vontade dos poderosos um centro educacional de qualidade e excelência e por isso ainda se mantém de pé.

Bem… deixando de lado o registro histórico, vejamos pelo link abaixo a homenagem do consultor empresarial André Ferreira ao grande fundador e chanceler da Unig que ajudou com seus familiares e amigos a mudar a história recente do município de Itaperuna que com muitas lutas tem sobrevivido aos lacaios políticos do grupo da pedra e da mala preta:

Demissões por WhatsApp em Itaperuna expõem possível retaliação política e abrem crise jurídica na gestão municipal

O caso acende um alerta grave: a possível reedição de práticas antigas de controle político pelo medo. A ideia de que o Executivo possa “punir” vereadores que votam de forma autônoma usando servidores como alvo remete ao que chamamos de “coronelismo contemporâneo”, uma modalidade moderna de pressão política travestida de administração.

A Prefeitura de Itaperuna protagonizou neste domingo (16) um dos episódios mais controversos dos últimos anos ao demitir, por mensagens de celular, servidores comissionados ligados à vereadora Elia Cruz (PL). As exonerações ocorreram apenas cinco dias após a parlamentar votar pela aprovação das contas do ex-prefeito Alfredão e, segundo bastidores políticos, a coincidência é tudo menos casual.

Servidores relatam que foram instruídos a não retornar ao trabalho na segunda-feira. Nenhuma portaria, nenhuma publicação oficial, nenhuma explicação institucional. Apenas uma mensagem seca como se estivessem cancelando um lembrete, não encerrando vínculos que sustentam famílias.

“Demitir por WhatsApp não é só imoral é juridicamente questionável”

Especialistas em Direito Administrativo foram categóricos ao avaliar o caso: o procedimento é administrativamente frágil, fere princípios constitucionais e pode ser anulado judicialmente.

Mesmo servidores comissionados que podem ser exonerados a qualquer tempo dependem de ato formal. Ao optar por comunicar demissões via mensagem, a gestão atropela pilares básicos da administração pública: publicidade, moralidade, impessoalidade e motivação.

“Se a demissão serviu para punir o voto de uma vereadora, há desvio de finalidade. Ato com desvio de finalidade é nulo. É o tipo de conduta que derruba gestor.”

A vereadora relata que soube das demissões quase no mesmo momento que seus indicados. Para ela, o sentido do episódio é explícito:

“Isso é coronelismo. É retaliação política pura. Não tem gestão, não tem técnica tem perseguição.”

Elia Cruz afirma nunca ter visto prática semelhante em Itaperuna e considera o episódio um ataque direto ao equilíbrio entre os poderes, criando um ambiente de intimidação institucional.
Até agora, a Prefeitura não apresentou nenhuma explicação oficial, o que reforça ainda mais a percepção de irregularidade. O silêncio é revelador e pesa contra a administração, que pode ter aberto uma crise jurídica e política de grandes proporções.

Se confirmada a motivação política, o caso pode resultar em questionamentos no Ministério Público, ações de improbidade administrativa e processos individuais de servidores por dano moral.

Nathália Schuwartz

Mais de R$ 50 milhões em licitações e zero transparência: em Itaperuna

A matemática da gestão pública em Itaperuna é perversa: mais de R$ 50,5 milhões em licitações milionárias, mas salários cortados, servidores desvalorizados e uma Câmara silenciosa diante do que se tornou o retrato da contradição política no município.

Sob o comando do prefeito Emanuel Medeiros Nel, a Prefeitura alega “crise financeira” e publicou o Decreto Municipal nº 7.659/2025, que reduziu a carga horária, suspendeu gratificações e impôs cortes que afetam diretamente o funcionalismo público — o coração da máquina municipal.

Enquanto os servidores perdem renda e dignidade, os editais milionários seguem sendo abertos em ritmo acelerado. O mais recente, Edital nº 006/2025, prevê R$ 31.580.056,98 para pavimentação e manutenção de vias públicas. Antes dele, outro processo de R$ 19 milhões foi lançado para limpeza urbana.
Somados, são mais de R$ 50,5 milhões em contratos uma cifra que escancara o abismo entre o discurso de austeridade e a prática do poder.

“Cortaram nossas horas, nossas gratificações, mas o dinheiro para licitação aparece. É revoltante”, relata uma servidora indignada.

Mais grave ainda é a omissão da Câmara Municipal de Itaperuna. Os 13 vereadores, eleitos para fiscalizar o Executivo, permanecem calados. Nenhum pedido de esclarecimento, nenhum questionamento público, nenhuma defesa dos servidores ou da transparência.

A indignação cresce entre funcionários e cidadãos que já não acreditam no discurso da crise.
Enquanto o trabalhador paga a conta, o governo soma milhões e o silêncio político vale mais que a voz do povo.

Por Nathália Schwartz

Deputado federal Murillo Gouvêa volta mais uma vez a tribuna da Câmara dos deputados para falar sobre segurança pública em Itaperuna/RJ

O deputado federal itaperunense Murillo Gouvêa voltou mais uma vez a tribuna da Câmara dos deputados federais para falar sobre a crise na segurança pública que vem crescendo no município de Itaperuna/RJ. A cidade registrou no último fim de semana cinco homicídios consumados e uma tentativa em menos de 24 horas.

O deputado que havia feito uma chamada de vídeo com o secretário estadual de Polícia Militar do estado do Rio de Janeiro, coronel Menezes um dia antes e que resultou em uma operação com reforço do batalhão de cães no município, agradeceu ao secretário estadual, bem como ao comandante do 29º BPM, coronel PM Fabiano e ao delegado titular da 143ª Delegacia de Polícia Civil, dr. Carlos Augusto e seus respectivos efetivos pelo empenho na resposta a referida onda de violência. O parlamentar federal ainda cobrou do governador Cláudio Castro o programa “ Segurança Presente” para o interior, bem como outras ações que venham coibir a prática de violência.

Veja o discurso do deputado federal Murillo Gouvêa pelo link abaixo:

Enquanto isso o deputado e secretário estadual Jair Bittencourt em seu terceiro mandato consecutivo continua totalmente emudecido e inerente com relação ao aumento exponencial da violência em sua cidade natal. Jair Bittencourt foi imensamente infeliz ao atribuir o aumento da violência em Itaperuna às faculdades e aos universitários, especialmente os dos cursos de medicina. Reveja o vídeo da fala infeliz de Jair Bittencourt:

O prefeito Nel Medeiros ( afilhado político de Jair Bittencourt e que tem como seu vice o próprio filho do deputado estadual) também permanece calado sobre a crescente onda de violência no município que foi eleito para chefiar. Nel insistiu em realizar o desfile cívico-militar de 7 de setembro sem a presença de duas escolas municipais por conta da insegurança que vem aterrorizando os munícipes. O desfile de Independência em Itaperuna teve sua pior edição neste ano ( aliás seria mais digno em solidariedade aos familiares enlutados das cinco vítimas e por segurança da população suspender o desfile ) em nossa opinião.

Prefeito Nel

Veja pelo link abaixo alguns momentos do trágico desfile de 7 de setembro em Itaperuna/RJ:

Cresce a Violência Contra Jovens em Itaperuna: População Denuncia Descaso do Poder PúblicoItaperuna (RJ) — O município de Itaperuna, no Noroeste Fluminense, enfrenta uma crescente onda de violência que atinge, de forma alarmante, a juventude local. Com uma taxa de homicídios que ultrapassa a média nacional, a cidade vive uma crise de segurança pública, marcada por assassinatos não resolvidos, falta de monitoramento e respostas tímidas do poder público.Em 2022, Itaperuna registrou 36 mortes violentas, resultando em uma taxa de 35,6 homicídios por 100 mil habitantes — índice que colocou a cidade entre as mais violentas do estado do Rio de Janeiro. Em 2024, o cenário pouco mudou: até julho, já eram 22 homicídios contabilizados, incluindo casos brutais envolvendo jovens.Entre os casos mais emblemáticos está o de dois jovens, de 27 e 28 anos, assassinados a tiros em menos de 24 horas, em bairros distintos. Em outro episódio recente, três jovens de Itaperuna foram encontrados executados dentro de um veículo, na praia do Sossego, em São Francisco de Itabapoana. Os crimes, além de chocarem a população, permanecem sem solução.A falta de resposta efetiva das autoridades tem gerado indignação entre os moradores, que denunciam o abandono da juventude por parte do poder público. Para muitos, a ausência de políticas de prevenção e o enfraquecimento da atuação policial contribuem diretamente para o aumento da criminalidade.Executivo e Legislativo em SilêncioApesar da gravidade da situação, a atuação do poder executivo tem sido considerada insuficiente. A Prefeitura criou em 2025 a Secretaria Municipal de Segurança Pública, com a promessa de fortalecer a Guarda Civil Municipal e promover ações educativas. No entanto, especialistas e moradores afirmam que a medida chegou tarde e ainda não produziu os resultados esperados.”Não basta colocar a guarda na rua ou fazer palestra em escola. A juventude está sendo assassinada e ninguém é responsabilizado. Isso é reflexo de um abandono estrutural”, comenta um morador do bairro Cehab, que preferiu não se identificar por medo de represálias .O prefeito Nel Medeiros tem sido criticado por sua postura discreta frente ao problema. Até o momento, não há pronunciamentos contundentes nem políticas públicas concretas voltadas especificamente à segurança de jovens e adolescentes em situação de vulnerabilidade.Já a Câmara Municipal de Itaperuna também tem sido alvo de críticas pela omissão diante da crise. Não há registros de audiências públicas, comissões de investigação ou projetos legislativos voltados ao enfrentamento da violência juvenil. A população cobra mais empenho dos vereadores, que, em sua maioria, mantêm silêncio sobre o tema.A Juventude Paga a ContaEspecialistas alertam que a falta de investimento em educação, cultura, esporte e oportunidades de trabalho empurra os jovens para contextos de vulnerabilidade, onde o tráfico de drogas e a violência se tornam presenças constantes. A ausência do Estado, em suas múltiplas formas, amplia a sensação de abandono e revolta nas periferias.“O jovem de Itaperuna está exposto à violência sem qualquer rede de proteção. O poder público está falhando em sua função mais básica: garantir o direito à vida”, afirma uma assistente social que atua em escolas públicas do município.Enquanto o número de vítimas cresce, a cidade se vê acuada pelo medo e pela impunidade. Para a população, é urgente que a violência contra jovens seja tratada como prioridade absoluta, com ações integradas entre governo, sociedade e forças de segurança.Enquanto a violência cresce, a atuação da Câmara de Vereadores de Itaperuna também é alvo de críticas. Não há registro de comissões parlamentares voltadas à segurança pública, tampouco audiências para ouvir a população afetada. Projetos de lei com foco em políticas de proteção à juventude ou prevenção à criminalidade praticamente inexistem no Legislativo municipal.Para analistas e lideranças locais, essa omissão contribui para a continuidade do problema. “O Legislativo tem a obrigação de fiscalizar, cobrar do Executivo, propor soluções. O que temos visto é um silêncio institucional vergonhoso”, afirma um advogado e ativista de direitos humanos que acompanha casos de violência urbana no município.

Por Nathália Schuwartz

Chuva expõe abandono e suspeita de superfaturamento em Itaperuna RJ

Por Nathalia Schuwartz

A forte chuva que atingiu Itaperuna mais uma vez expôs o colapso da infraestrutura urbana do município. Ruas alagadas, esgotos transbordando e acúmulo de lixo escancaram a falta de manutenção da rede pluvial e dos serviços básicos de limpeza.

Moradores não escondem a revolta e apontam o descaso da gestão do prefeito Nel Medeiros e a secretaria de obras Mônica Alceno como principais responsáveis pelo cenário de abandono.

O problema se agrava diante do recente investimento de R$ 11 milhões na compra de manilhas. Segundo especialistas, esse valor poderia ser utilizado para a construção de novas galerias pluviais e, assim, resolver de forma definitiva os problemas de drenagem que castigam a cidade há anos.

Enquanto a população convive com prejuízos materiais, insegurança e transtornos a cada chuva, cresce a suspeita de que os recursos da Secretaria de Obras não estão sendo aplicados de maneira eficiente — reforçando as denúncias de superfaturamento e má gestão do dinheiro público.

Itaperuna segue à mercê da chuva, da falta de planejamento e de uma gestão que parece priorizar promessas em vez de soluções.

Itaperuna RJ: quando o poder público vira as costas para o servidor e para a população

Por Nathália Schuwartz

Nos últimos dias, Itaperuna (RJ) tem sido palco de uma sucessão de escândalos e descasos que expõem, mais uma vez, a fragilidade da gestão municipal e o total desprezo pelos servidores e pela população.

De acordo com denúncias, descontos de FGTS e empréstimos consignados vêm sendo feitos diretamente nos salários dos funcionários, mas sem o devido repasse. A prática, além de vergonhosa, se enquadra como crime de apropriação indébita. Ao mesmo tempo, servidores de carreira reclamam de cortes indevidos, ausência de reajuste salarial e desvalorização profissional, criando um ambiente de insegurança e desmotivação dentro da máquina pública.

E os reflexos dessa má gestão não ficam restritos aos trabalhadores: a cidade sente os efeitos no dia a dia. A criminalidade aumenta, a saúde segue em estado crítico e os serviços públicos, cada vez mais precarizados, deixam a população sem amparo.

Diante de tantos problemas, o mínimo que se esperava das autoridades seria atitude firme, fiscalização e defesa do interesse coletivo. Mas o que se viu foi justamente o contrário. Em plena crise, o prefeito se reuni em busca de apoio político, ou mesmo de ofertar tal apoio. Em um encontro com a deputada federal Daniela do Waguinho, Nel promoveu uma verdadeira festividade para a recepção da parlamentar de Belford Roxo.

Essa movimentação política, em meio ao caos vivido pela cidade, soa como um tapa na cara do cidadão itaperunense. Enquanto o funcionalismo é desrespeitado e a população sofre, o prefeito apenas se ocupa com negociações eleitorais e articulações de bastidores.

O resultado é um retrato cruel: um governo Nel Medeiros mergulhado no descaso administrativo e em total silêncio e omissão frente aos problemas enfrentados pelo município.
Itaperuna não precisa de mais acordos políticos de ocasião. Precisa de gestão séria, respeito ao servidor, investimentos em segurança, saúde e serviços básicos. Até lá, a população continuará sendo vítima do abandono e da conivência de quem deveria representá-la.

E os distritos de Itaperuna/RJ no governo Nel e Neto❓

A semana começou com uma série de denúncias de moradores de alguns distritos sobre os desmandos ocorridos no governo Nel e Neto em desfavor da população.

Vejamos o caso de Retiro do Muriaé: Moradores apontam que o vereador Tatu e seus aliados estariam “negociando diretamente” com trailers e barracas, SEM PASSAR PELA SECRETARIA DE RECEITA DO MUNICÍPIO, ou seja haveria supostamente uma apropriação do evento religioso. Vejamos pelo links baixo:

No distrito de Boa Ventura morador registra e reclama da qualidade da água que está chegando em sua residência ( lembrando que por enquanto o abastecimento de água nos distritos ainda é responsabilidade do município de Itaperuna). Link abaixo:

Neste momento nos faz lembrar o conselho que o ex-governador Garotinho deixou ao prefeito Nel que “ reina, mas não governa” em sua coletiva de imprensa na TV Itaperuna:

Mais um episódio na saúde de Itaperuna/RJ:

No mesmo dia que diversos funcionários de RPA começam a perder seus empregos na Secretaria Municipal de Saúde de Itaperuna ( dizem que serão centenas dispensados) , a moradora do bairro Aeroporto, Fatinha costureira gravou um video no qual denunciou a falta de agentes comunitários de saúde na UBS do bairro e questionou o vereador Jeffinho enfermeiro. Veja o vídeo pelo link abaixo:

Após cobranças de empresário e blogueiro Jonas de Paula e Meire da CEHAB, vereador Magno barbeiro e secretária de Obras divulgam melhorias no Bananal em Itaperuna/RJ

Recentemente a união do empresário e blogueiro Jonas de Paula e da líder comunitária Meire Cristina em matéria que abordava o abandono da localidade do Bananal por parte do prefeito Nel já rendeu frutos positivos…

Veja pelo link abaixo a matéria realizada pelos comunicadores cobrando as devidas melhorias:

Depois das solicitações feitas o vereador Magno barbeiro se reuniu com a secretária municipal de obras, drª Mônica e anunciaram que em breve começarão as referidas melhorias no Bananal. Veja pelo link abaixo o vídeo publicado pelo vereador Magno barbeiro: