Vereador denuncia superfaturamento de hospital

Vereador subtenente Cunha

Na sessão realizada no último dia 13 de setembro o vereador e 2º secretário de Câmara Municipal de Natividade subtenente Cunha denunciou no Plenário que o Hospital Natividade estaria superfaturando serviços prestados em relação a Covid-19. Na oportunidade o parlamentar apresentou dados concretos de que o hospital para a manutenção do “Centro da Covid” (composto por duas salas e um banheiro e que emprega cinco funcionários) apresentou à municipalidade uma proposta de R$ 255.000,00 ( duzentos e cinquenta e cinco mil reais/mês) a serem custeados por dinheiro público.

Na planilha consta que o gasto com alimentação seria de R$ 12.000 ( doze mil reais por mês) para cinco funcionários e no máximo 4 pacientes, num total de nove pessoas o que resultaria em R$ 400,00 por dia com quentinhas para no máximo nove pessoas. Para cada transferência de um paciente de Covid existiria por parte do hospital um gasto fixo de R$ 32 mil reais, sendo que as transferências seriam para Itaperuna ou Bom Jesus do Itabapoana. Para a limpeza das duas salas e do banheiro o custo mensal seria de 5 mil reais o que totalizaria R$ 180,00/dia com material de limpeza. Com copos descartáveis e papel higiênico o gasto total mensal seria de R$ 2.500,00. Em equipamentos de proteção individual (máscaras/ luvas, aventais etc) o gasto por mês seria de 20 mil reais, que segundo o vereador resultaria no montante de R$ 660/dia com EPI’s. Quando o assunto é oxigênio o custo seria de 3 mil por dia e com medicamentos para no máximo 4 pacientes por mês seriam 40 mil reais. Já com energia elétrica para duas salas e um banheiro o solicitado pelo hospital seriam R$ 6.400,00/mês.

Diante de tantas denúncias Brasil à fora que no estado do Rio de Janeiro culminou com o afastamento e consequente cassação do mandato do ex governador Witzel as denúncias feitas pelo vereador subtenente não podem passar despercebidas.

Veja o pronunciamento do vereador aqui:

Eles sim ou eles não? Com a palavra Sua Excelência, o povão…

A eleição presidencial ocorrerá em 2022, mas o clima nas redes sociais tem sido tão alterado que é comum pessoas desfazerem amizades, bloquearem quem possui uma linha ideológica diferente, enfim como não se pode matar o corpo matam-se os contatos da pessoa. Em muitos casos as rivalidades são tão grandes que até mesmo os grupos de família no Whats app (que quase toda família tem estão sendo esvaziados por lulistas ou bolsonaristas).

No último 07 de setembro vimos ondas verde e amarelo e vermelho cobrirem ruas de diversas cidades deste imenso Brasil…

A promessa que no outro dia tudo seria diferente parece não ter funcionado, pois para uns se esperava que o presidente da República destituísse o STF, implantasse o voto impresso, entre outras atitudes utópicas para o ano 2021 que não permite atitudes isoladas no estado democrático de Direito. Para outros, a ideia era de que após os discursos inflamados fosse apresentado impeachment do presidente acusado de crime de responsabilidade. E o que aconteceu foi que reapareceu o ex presidente Michel Temer lá pelas bandas de Brasília na aeronave oficial da FAB, redigiu uma carta ao povo brasileiro em nome do presidente Jair Bolsonaro e intermediou uma ligação entre o chefe do Executivo Federal e o ministro Alexandre de Moraes e ao que tudo indica: “Tudo como dantes no quartel de Abrantes”.

O fato é que tem faltado tolerância e respeito nas redes sociais com aqueles que têm opiniões divergentes das nossas e isso vem construindo uma “guerra civil” onde as armas são descurtidas, bloqueios e comentários ofensivos por quem torce por Lula ou Bolsonaro que diga-se de passagem estão vivendo suas vidas e muito bem enquanto cá na vida real os “reles mortais” se engalfinham virtualmente no campo de batalha da internet, onde quase tudo ainda é permitido AINDA.

Enquanto a “guerra” prossegue temos dado pouca importância aos cerca de 570 mil mortos por Covid 19 em nosso país. Quantas pessoas você conhece que se foram rapidamente vitimados pelo novo Corona Vírus? Pare para pensar um pouco…

Pare para pensar que independente do resultado das eleições de 2022 Bolsonaro e Lula seguirÃO seguindo suas vidas a todo vapor e talvez quem brigou em redes sociais, desfez amizades vá sentir vergonha do que fez, pois afinal todo extremismo é ruim e pouco inteligente, quer seja em religião, política, futebol ou qualquer opção ideológica, além disso não podemos esquecer que há vida além de Lula e Bolsonaro, porque outros nomes que talvez mereçam atenção do eleitor irão aparecer no cenário político brasileiro e pode acontecer que essa polarização venha a cair por terra, enfim fica nossa dica respeitosa:

NÃO VALE A PENA ACABAR UMA AMIZADE POR POLÍTICA, POIS AFINAL POLÍTICA PASSA E AMIGOS NÃO!

Dois nomes e o destino de Itaperuna

A temporada de pré campanha para deputado começou como sempre com muitas visitas de parlamentares ou aspirantes que “passam a serem itaperunenses desde criancinhas”. Agora uma coisa que se observa é que a disputa para a Prefeitura de Itaperuna muito provavelmente passe pela eleição de 2022, onde aparecem como dois grandes nomes o empresário Kadu Novaes (obteve 11.980 votos para prefeito da cidade , num porcentual de 23,47% dos votos válidos) e o atual secretário municipal e filho do prefeito Alfredão, Murillo Gouvêa Rodrigues ( recebendo grande apoio de várias lideranças políticas do município e da região Noroeste)

Se de um lado Kadu conta com o desejo popular de mudança nos rumos da política itaperunense que o fez sair de uma campanha sem expectativas para o cenário de revelação política contra o prefeito dr Vinícius e o ex prefeito Alfredão que obtiveram respectivamente 14.548 e 19.640 votos com suas campanhas cheias de aliados e recursos, o ponto negativo pode ser que se o aspirante a prefeito não for bem votado veja naufragar sua expectativa de sentar na cadeira de chefe do Executivo.

Kadu Novaes

Murillo tem como ponto positivo a máquina administrativa e os vários seguidores de seu pai, muito embora em sua primeira eleição (2012) Alfredão tenha obtido 30.961 votos, ou seja em oito anos o mandatário de Itaperuna perdeu 11.321 votos. Vale recordar que em 2018 o pai de Murillo concorreu a uma cadeira de deputado federal e somou 8.278 votos em Itaperuna. O ponto negativo talvez venha a ser a vinculação da imagem do secretário ao desgaste do poder, pois afinal como diz o dito popular: ” O poder dá, o poder tira”. Ao que se vê até o presente a pré campanha de Murillo ainda não ganhou o apoio dos adversários de seu pai, apenas vem mantendo a base aliada e se assim continuar tende a ter um teto, ou seja votação muito próxima as que Alfredão nas duas últimas eleições vem alcançando.

Vale lembrar que os dois nomes são publicamente pré candidatos a deputado federal e segundo consta outro nome que pode entrar na disputa para uma vaga em Brasília é o ex prefeito Fernando Paulada.

Murillo Gouvêa Rodrigues

O fato é que o jogo está lançado e quem mover melhor as pedras de 2022 poderá contribuir para a permanência de um ou a ascensão de outro ao “trono de São Claudão” !