Kadu Novaes não teria nenhuma chance de ganhar as eleições

Lista dos candidatos a Deputado Estadual mais cotados para ganhar, faltando 14 dias para as eleições

Veja quantos deputados cada partido deve eleger e quem são os favoritos

Por Tribuna em 17/09/2022
Lista dos mais cotados para Deputado Estadual atualizada.

Estes são os candidatos favoritos para se elegerem Deputado Estadual nas Eleições de 2022, segundo alguns presidentes de partidos, políticos e experientes analistas, como Fabio Freitas, Sylvio Helt, Ralph Lichotti, entre outros, consultados pela Tribuna da Imprensa.

A bancada de Deputado Estadual do Rio é composta 70 cadeiras, na nossa análise possui 73 cadeiras, pois existem margens de erro, principalmente dos pequenos partidos que podem não eleger nenhum Deputado Estadual.

Muitos não se elegerão, mas ajudarão a nominata do partido que o representa, e ocuparão espaços nos governos, secretárias, etc, vencer e perder faz parte do processo democrático e a Tribuna da Imprensa deseja boas eleições a todos presentes ou não na listagem, ainda faltam 15 dias para as eleições e todos tem chances e são importantes para consolidar a democracia.

PL – 22 (12 cadeiras em média)

Anderson Moraes

Bruno Boaretto

Célia Jordão

Cristiano Santos

Coronel Salema

Delaroli

Delegado Carlos Augusto

Douglas Ruas

Dr. Deodalto

Dr. Serginho

Filipe Poubel

Jair Bittencourt

Marcelo Bertolucci

Renato Miranda

Rodrigo Bacellar

Samuel Malafaia

Valdecy da Saúde

UNIÃO – 44 (7 cadeiras em média)

Brazão

Bruno Dauaire

Cris Gêmeas

Fábio Silva

Filipe Soares

Franciane Motta

Marcelo Dino

Márcio Canella

Marcos Muller

Rafael Nobre

Vinicius Cozzolino

PSD – 55 (6 cadeiras em média)

Átila Nunes

Bruno Lessa

Cláudio Caiado

Dr. Ricardo Menezes

Eduardo Cavalieri

Erika Coelho

Guilherme Schleder

Kadinho da Auto Escola

Lucinha (Zona Oeste)

Luiz Cláudio Ribeiro

Luiz Paulo

Munir Neto

Raiana de Chiquinho

Sérgio Fernandes

Zito*

PT – 13 / PCdoB – 65 / PV – 43 (5 cadeiras em média)

Andrezinho Ceciliano

Carla Machado

Dani Balbi

Elika Takimoto

Eurico Júnior*

Leonardo Giordano

Renato Machado

Verônica Lima

Zeidan

PSOL – 50 / REDE – 18 (4 cadeiras em média)

Benny Briolly

Dani Monteiro

Dr. Marcos Paulo

Flávio Serafini

Monica Francisco

Renata Souza

PP – 11 (4 cadeiras em média)

André Corrêa

Carlinho BNH

Dionísio Lins

Felipe Michel

Gustavo Tutuca

SOLIDARIEDADE – 77 (4 cadeiras em média)

Bernardo Rossi

Chico Machado

Chiquinho da Mangueira

Felipinho Ravis

Frederico Barbosa Lemos

Marcos Vinicius Bombinha

Giovanni Ratinho

Noel de Carvalho

Renan Cury

Soldado Tobias

REPUBLICANOS – 10 (3 cadeiras em média)

Carlos Macedo

Daniel Librellon

Marco San

Tia Ju

MDB – 15 (2 cadeiras em média)

Rosenverg Reis

Rafael Picciani

Otoni de Paula Pai

TH Joias*

PDT -12 (2 cadeiras em média)

Delegada Martha Rocha

Jânio Mendes

Ricardo da Karol

Paulo Ramos

Vitor Junior

PTB – 14 (2 cadeiras em média)

Alana Passos

Rodrigo Amorim

Walney Rocha

Fabricio Queiroz

PSB – 40 (2 cadeiras em média)

Carlos Minc

Jari

Pratinha

PSDB – 45 / Cidadania – 23 (2 cadeiras em média)

Bruno Kazuhiro

Comte Bittencourt

AVANTE – 70 (2 cadeiras em média)

Jorge Felippe Neto

Marcos Abrahão

Gustavo Schimidt

PROS – 90 (2 cadeiras em média)

Carlinhos da Barreira

Miguel Junior

Paulinho Orozimbo

Pedro Ricardo

Sarah Poncio

Tande Vieira

PSC – 20 (2 cadeiras em média)

Alexandre Knoploch

Felipe Pereira

Léo Vieira

Rafael Montenegro

PATRIOTA – 51 (2 cadeiras em média)

Dejorge Patrício

Milton Rangel

Vaguinho Neguinho

Val Ceasa

PODEMOS – 19 (2 cadeiras em média)

Arthur Monteiro

Cristiano Gelinho

Dr. Gilberto*

Edmundo Coelho

Russão Gomes

Wellington Jose

Tiago Rangel

PMN – 33 (2 cadeiras em média)

Aguinaldo Luis

Bruno Couto

Dr. Rafael Brasiel

Edinho

Glauco Simas

Luis Pontes

Fred Pacheco

Sargento Da Silva

AGIR – 36 (2 cadeiras em média)

Capitã Adriana Kutwak

Keila do Toldo

Fabiani Vasconcellos

Gilvan

Julio Rocha

Dinho da Farmácia

Marcelo Lajes

Marcelo Macedo

Mica

Márcio Hugo

NOVO – 30 (1 cadeira em média)

George Neder

PMB – 35 (1 cadeira em média)

Coronel Libanio

Dr. Cury Habib

Carlão Chambarelli

DC – 27 (1 cadeira em média)

Marcelo Cabeleireiro

Sub Tenente Bernardo

PRTB – 28 (1 cadeira em média)

Bruno Marini

Jalmir Júnior

Thiago da Marmoraria

UP – 80, PSTU – 16, PCO – 29 e PCB – 21 podem não alcançar votos suficientes para eleger Deputado, segundo analistas políticos. A tendência é de redução no número de partidos que alcancem o quociente eleitoral por conta das mudanças da legislação. No Rio de Janeiro, que possui 70 vagas na ALERJ, estima-se que serão mais 8 milhões votos válidos no pleito. Assim, a quantidade de votos para eleger proporcionalmente um deputado deve ser por volta de 120 mil votos. A novidade que passa a vigorar em 2022 é que um candidato precisa de um percentual diferente para ser eleito nas sobras: 20% do quociente eleitoral.

*Candidato inelegível com Recurso”

Por Ralph Lichotti – Advogado e Jornalista, Diretor do Tribuna da Imprensa, Secretário Geral da Associação Nacional, Internacional de Imprensa – ANI, Ex-Presidente da Comissão de Sindicância e Conselheiro da Associação Brasileira de Imprensa – ABI – MTb 31.335/RJ

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Como vemos Itaperuna aparece com chances de assim como Muriaé fez na última eleição, eleger dois deputados estaduais e um federal agora em 2022. O que chama atenção que dos três principais nomes de candidatos a deputado estadual em Itaperuna o único que aparece sem nenhuma chance para ganhar as eleições é o empresário Kadu Novaes que não se sabe o motivo, mas escolheu um partido gigante, muito além de seu tamanho para disputar uma vaga na ALERJ. Comenta-se que Novaes sempre soube que não ganharia às eleições para deputado estadual, apenas buscaria um trampolim para tentar ser candidato a prefeito em 2024.

Fato é que Itaperuna não pode perder a oportunidade de votar em quem realmente tem chances de ganhar as eleições e não em quem está brincando de ser candidato.

Como nomes com chances de ganhar as eleições aparecem o deputado Jair Bittencourt que segundo todos sabem é muito rejeitado em Itaperuna por ter sido em oito anos um deputado ausente da cidade, assim como quando foi prefeito e não pode disputar a reeleição por falta de apoio político de seu grupo a época. Ainda como candidata citada com chances de ganhar as eleições aparece a vereadora de primeiro mandato, Keila do Toldo que na última eleição obteve 2.120 votos em Itaperuna. Keila esta filiada ao “AGIR 36” partido que na última eleição elegeu o deputado Giovane Ratinho com 13.234 votos e a então deputada estadual Marina e hoje prefeita de Guapimirim com 12.294 votos. Calcula-se que Keila do Toldo precise de cerca de 15 mil votos para ser eleita deputada estadual e atualmente a candidata esteja fazendo campanha em 58 dos 92 municípios do Estado do Rio de Janeiro, enquanto Kadu e Bittencourt, necessitem cerca de 40 mil, sendo que Bittencourt apesar de ser o mais rejeitado dos três por seu descaso com o município onde nasceu e seu pai foi um grande educador, possua votação em outros municípios o que pode garantir sua reeleição, muito embora esteja em um partido gigante também gigante, o PL de Cláudio Castro e Bolsonaro. Na última eleição Bittencourt que havia sido secretário de Estado de Agricultura e tinha o apoio do então secretário da Casa Civil de Pezão, Cristino Áureo obteve 32.656 votos.

Como nome itaperunense com chances de ganhar as eleições para deputado federal, o ex secretário de Governo e filho do atual prefeito da cidade, Murillo Gouvêa que disputa sua primeira eleição, vem aglutinando forte apoio político e popular em mais de 80 municípios onde sua campanha tem atuado. Desde a década de 1990 Itaperuna não elege deputado federal e por isso vem amargando as “migalhas” de recursos federais que os outros resolvem doar para cá. Com uma campanha bem articulada Gouvêa vem despontando no cenário estadual como o único nome de Itaperuna capaz de assumir uma cadeira no parlamento federal em 2022.

Itaperuna não pode perder a chance de eleger dois deputados estaduais e um federal e de uma vez por todas sair do papel coadjuvante e entrar para o protagonismo do Estado do Rio de Janeiro novamente como foi nos áureos tempos. Não há mais espaços para votar em quem quer brincar de ser candidato a deputado sabendo que não chega lá e tirando a chance de quem possui reais condições de ganhar essas eleições. Nos últimos anos Itaperuna perdeu a Boechat, a Marília, o poder da Capil, o Itaperuna Esporte Clube, o Renascença. Perdeu-se também os belos tempos do Itaperuna Tênis Clube, do Ilha Cisne Clube e do Itapuã Clube que amargam a luta para não fecharem suas portas. Hoje o Hospital São José Avai que imortalizou o nome do saudoso Dr Renan, sofre com a crise e só mudaremos essa história votando em itaperunenses que possuem chances de ganhar as eleições, é o famoso “ VOTO ÚTIL”, ou então estaremos jogando nossos votos no lixo e garantindo no mínimo mais quatro sem representatividade.