Mais uma vez prefeito de Itaperuna/ RJ renova parcerias com outro município e pode incorrer em improbidade

Parece mesmo é recorrente o hábito do prefeito de Itaperuna, Nel Bittencourt, digo Medeiros, desvalorizar o que é de Itaperuna. O município de São João da Barra que conta com pouco mais de 36 mil habitantes, ou seja menos da metade de Itaperuna, parece reinar absoluto na gestão Nel e Neto. Nosso secretário de saúde, muito atencioso por sinal, dr. Savio Saboia é bonjesusense, mas já atual como secretário de saúde em São João da Barra; o secretário municipal de receita, dr. Helder Rosa Freitas (advogado) foi procurador geral do mesmo município de São João da Barra e posteriormente realocado como subsecretário de fazenda da mesma cidade em junho/2024, ou seja 10% do secretariado do governo Nel e Neto já passou por São João da Barra.

Reveja pelo link abaixo matéria que publicamos em 23/12/24 quando do anúncio dos secretários de fora do município de Itaperuna e a desvalorização dos itaperunenses, inclusive os q ué apoiaram o prefeito Nel e teriam competência para estar ocupando cargos de 1º escalão:

https://jornalaverdade.art.blog/2024/12/23/novo-governo-de-itaperuna-comeca-com-descontentamento-popular-e-questionamentos-sobre-escolhas-do-prefeito-nel/

E agora chegou a vez do lixo que banca o luxo

Em uma manobra atrapalhada que pode segundo alguns juristas render um sério questionamento na justiça, o prefeito Nel “ deu” para São João da Barra a coleta de lixo de Itaperuna/ RJ sem licitação. A empresa que coletará o lixo em Itaperuna é a União Norte Engenharia Ltda que tem sede no município de São João da Barra. Veja pelo link abaixo o rol das empresas que almejavam assumir a coleta de lixo em Itaperuna entre elas temos uma empresa itaperunense a “ Vieira Stones” :

O valor global do contrato será de quase 6 milhões de reais.

A empresa oriunda do município de São João da Barra já celebrou contratos com o governo do Estado na gestões Cabral e Pezão e inclusive chegou a fazer um acordo de leniência( espécie de delação premiada de uma empresa) na qual alagou ter pago propina a agentes políticos Governo do Estado à época , bem como a então membros TCE ( Tribunal de Contas do Estado). Reveja a matéria do “G1” pelo link abaixo:

http://Acordo de leniência faz parte da operação C’est Fini, que investiga fraudes no DER. Segundo documento, esquema de pagamentos de propina no governo do RJ continu… Fonte: G1 https://search.app/TaKL2TzYioTkpTSy8 Compartilhada por meio de App do Google

Já noticiamos também aqui que o prefeito Nel não teria os requisitos do rol taxativo de situações que o autorizassem a realizar contratação da empresa de coleta de lixo sem obedecer o devido processo legal licitatório. Reveja a informação pelo link:

https://jornalaverdade.art.blog/2025/05/16/prefeito-nel-em-itaperuna-rj-estaria-tentando-burlar-a-lei-de-licitacoes%e2%9d%93/

Conversamos com entendedores do processo licitatório que ratificam que o prefeito Nel não poderia lançar mão do da dispensa de licitação no caso em tela, bem como apontam que o prazo dado para cotação seria de no mínimo 7 ( sete) dias, contudo tal comunicação deu prazo não superior a 2 ( dois) dias para a empresas apresentaram suas propostas. Outro ponto alarmante é que supostamente o município pagaria a empresa União Norte de São João da Barra um valor cerca de R$ 950 mil reais acima do que estaria pagando a atual empresa no período de seis meses, ou seja, a empresa que tem contrato vigente até janeiro de 2026 poderia ter tido por parte do município uma recomposição e reequilíbrio financeiro, todavia o prefeito prefere pagar mais caro sem licitação!

O outro fator que parece ilegal é a ratificação da contratação por dispensa feita pela secretária de obras engenheira Monica, uma vez que a Secretaria de Obras não possui gestão plena, a retificação deveria obrigatoriamente ser feita pelo prefeito Nel que ao que tudo indica estaria fora do município no momento de tal ato. Também se questiona a inabilitação e desclassificação, que supostamente não existiria. Estamos diante de uma situação que pode trazer frutos perigosos a gestão Nel e Neto.