
O bairro Cehab em Itaperuna RJ está sendo beneficiado com mais asfaltamento e o deputado federal Murillo Gouvea usou suas redes sociais para se pronunciar. Assista o vídeo abaixo:
Blog destinado a política, eventos e entretenimento na região Noroeste Fluminense, Brasil e Mundo Responsável: Jefferson Leite

O bairro Cehab em Itaperuna RJ está sendo beneficiado com mais asfaltamento e o deputado federal Murillo Gouvea usou suas redes sociais para se pronunciar. Assista o vídeo abaixo:
O empresário e farmacêutico Léo Farma se manifestou em suas redes sociais solicitando aos vereadores itaperunenses que votem lei municipal que proíba a construção de presídio de segurança máxima nas imediações do município, como segundo Léo já existe em Macaé.
O empresário ainda frisou que entende que a construção de tal presídio traria muitos malefícios para a cidade.
O jornal A Verdade conversou com um advogado e ex procurador do município de Itaperuna que confirmou que retornando da viagem que está fazendo vai lutar com todas as forças contra tal medida do governador Cláudio Castro.

Também comentou com o jornal A Verdade um pré candidato a vereador que disse que ainda esse final de semana estará com o deputado que apoiou e pedirá a esse que possa interceder contra tal iniciativa do governador.
Já surgem climas de mobilização por toda Itaperuna ‼️

O governador do Estado do Rio de Janeiro, Cláudio Castro afirmou nesta segunda-feira (10/04/24) em entrevista à Globo News que irá construir um novo presídio de segurança máxima com capacidade para mais 20 mil novas vagas.
A ideia do projeto foi antecipada pela colunista Lauro Jardim do jornal O Globo cerca de dois dias antes do anúncio do governador.
Sua Excelência já escolheu as duas cidades que poderão sediar a unidade prisional que visará encarcerar na unidade os chefões das facções que atuam no Estado.
Assim como aconteceu com Bangú 1 que 35 anos atrás foi criado para ser uma unidade de segurança máxima e que segundo Lauro Jardim, bem como o próprio governador hoje já não mais cumpre esse papel, está unidade a ser implantada em Itaperuna ou Macaé será um grande “ empreendimento” .
Na década de 1960 o saudoso prefeito de Itaperuna José de Cerqueira Garcia idealizou o bairro Frigorifico para ser um bairro industrial e no início da década dos anos 2000 quando na gestão da ex governadora Rosinha Garotinho Itaperuna foi “premiada” com uma unidade prisional que seria uma Casa de Custódia para presos preventivos e sem alta periculosidade, todavia atualmente temos além da custódia provisória, tem-se no mesmo local um presídio que abriga detentos neutros ( sem facções criminosas) e de baixa periculosidade que estejam também em regimes fechado, semiaberto e extra muro. Então hoje Itaperuna possui Casa de Custódio e Presídio no mesmo local.
Será que Sua Excelência não poderia pensar ao invés de trazer para uma região tão pobre (a mais pobre do todo o Estado do Rio de Janeiro) uma universidade estadual, haja vista que nem todos podem arcar com cursos de nível superior nas unidades hospedadas em Itaperuna? Será que Sua Excelência não poderia buscar implementar na região empresas e/ ou indústrias para cobrir a grande demanda de desempregados que se avoluma pelo fechamento de postos de trabalho como por exemplo o fechamento da Loja Leader de Itaperuna ( como noticiado em primeira mão pelo jornal A Verdade horas antes do mesmo acontecer).
No passado entidades de classes como associações de moradores, subseção da OAB/Itaperuna, Firjan Noroeste, Lions Clube, Rotary Clube, Lojas Maçônicas, templos religiosos, jornalistas, comunicadores e líderes comunitários e sociais se uniram clamando ao juiz da segunda vara da Comarca de Itaperuna a época dr Rubens Casara, ao então presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, desembargador Marcus Faver para que pudessem se sensibilizar no sentido de rever a implantação da unidade prisional nos moldes que estava para ser construída e como foi “por livre e espontânea vontade do poder” com a total inércia do então prefeito itaperunense.

Agora parece que a luta vai recomeçar só que se no passado Itaperuna era órfã de representação política nas esferas estadual e federal, hoje não mais‼️
Tendo em vista o acréscimo de homicídios a princípio correlacionados com o tráfico de entorpecentes e suas correspondentes facções atuantes em Itaperuna e muitos deles sem resolução, será que nossas forças de segurança estão preparadas para enfrentar as consequências que poderão vir juntamente com os “ chefões” do tráfico que ao que tudo indica virão para o possível presídio de segurança máxima a ser implantado talvez em Itaperuna?
Será que os familiares dos “ chefões do tráfico possivelmente cumprindo longas penas neste possível presídio de segurança máxima também vão vir se abrigar perto de seus entes para tornarem mais fáceis as visitações ?
Será que os imóveis nas adjacências do referido suposto presídio de segurança máxima terão seus valores reduzidos?
Vamos aguardar as próximas movimentações e informações…
Por Mariana Bispo, RJ1
05/04/2023 13h17 Atualizado há 2 horas
O governador Claudio Castro pediu, na manhã desta quarta-feira (5), ajuda das forças de segurança federais no combate à violência no Rio de Janeiro.
Castro pediu à Polícia Federal (PF) e à Polícia Rodoviária Federal (PRF) reforço nas ações de investigação e no policiamento das fronteiras do país para evitar a chegada de armas no estado.
“O Rio de Janeiro não produz armas, não produz drogas, se isso está entrando é porque nossas fronteiras estão ficando desprotegidas. Pedi que a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal acelerem o trabalho de proteção, porque senão a gente fica daqui enxugando gelo”, afirmou o governador.
Na manhã desta quarta, três fuzis foram apreendidos com criminosos durante uma operação no Complexo da Maré, na Zona Norte.
Na terça-feira (4), nove fuzis utilizados por quadrilhas de traficantes e milicianos na Região Metropolitana do Rio de Janeiro foram apreendidos em menos de 12h.

Fonte: G1
Herculano Barreto Filho
Do UOL, em São Paulo
25/05/2022 04h00Atualizada em 25/05/2022 12h28

Em apenas um ano de gestão do governador Cláudio Castro (PL) no Estado do Rio de Janeiro foram registradas 181 mortes em 39 chacinas, segundo levantamento feito em conjunto pelo Instituto Fogo Cruzado e o Geni (Grupo de Estudos dos Novos Ilegalismos), grupo de estudos sobre a violência da UFF (Universidade Federal Fluminense). As pesquisas na área de segurança pública consideram como chacina todas as ações com ao menos três mortes. Levando em conta o massacre com 25 pessoas mortas, ocorrido na terça-feira (24) em uma ação policial na Vila Cruzeiro, zona norte da capital carioca, o governo Castro acumula as duas maiores chacinas em operações policiais da história do Rio, aponta o estudo.
Em nota, a Polícia Civil afirma que “na atual gestão, todos os mortos por tiros de policiais civis disparados durante operações foram de criminosos que entraram em confronto com os agentes”. A Polícia Militar e o governo do Estado do Rio de Janeiro também foram acionados, mas não se posicionaram até a publicação da reportagem. O espaço está aberto para manifestações. Das 39 chacinas sob a gestão Cláudio Castro, 31 ocorreram em operações policiais, indica o levantamento. Ainda de acordo com o estudo, ações com a intervenção das forças de segurança do Estado provocaram 165 mortes, o equivalente a 91% dos assassinatos. Só neste ano, foram registradas 85 mortes em 16 massacres no Estado do Rio de Janeiro.
“É inaceitável o que vem acontecendo ao longo dos últimos meses. A gestão Cláudio Castro não tem nenhum comprometimento com o principal problema de Segurança Pública no Rio, que é a letalidade policial. O governo do Rio apresentou um plano de redução por força de decisão judicial que é absolutamente protocolar”(Daniel Hirata, pesquisador do Geni-UFF
“ Só em 2021, policiais do Rio de Janeiro mataram 1.356 pessoas, segundo dados do ISP (Instituto de Segurança Pública). “Isso equivale a 22% das mortes por intervenção policial do ano passado [em todo Brasil], colocando as polícias cariocas entre as mais letais do país”, afirma Samira Bueno, diretora-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
A Polícia Civil afirmou que desconhece os dados do estudo e trabalha com informações oficiais do ISP, que, segundo a corporação, mostram queda de 30% nas mortes por intervenção de agentes do estado no primeiro trimestre deste ano em relação ao mesmo período do ano passado. Ações com ‘padrão’ de chacina Um outro estudo do Geni-UFF, que leva em consideração as ações policiais entre 2007 e 2021, aponta que a presença de unidades especiais torna as ações “mais propensas a resultarem em chacinas”.
De acordo com a análise, a presença em conjunto da Core (Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais) da Polícia Civil e do Bope (Batalhão de Operações Especiais) da Polícia Militar aumenta em até seis vezes a probabilidade de chacinas. A Core participou da ação de maio de 2021 no Jacarezinho. Já o Bope esteve na ação desta terça na Vila Cruzeiro. “As operações do Jacarezinho e da Vila Cruzeiro se enquadram nas características típicas das chacinas policiais, com a presença das unidades especiais e em ações emergenciais, que tendem a ser mais violentas do que as planejadas”, compara Hirata. Maiores chacinas em ações policiais no Rio Jacarezinho (maio de 2021) – 28 mortos Vila Cruzeiro.
MPF apura violações de agentes
O MPF (Ministério Público Federal) abriu procedimento para apurar possíveis violações na conduta dos agentes envolvidos na ação desta terça-feira na Vila Cruzeiro. Segundo o MPF, o órgão foi avisado pela PRF (Polícia Rodoviária Federal) de que a ação policial seria realizada para “eventual cumprimento de mandados de prisão e de desarticulação de organização criminosa”. Em nota, Eduardo Benones, procurador da República, lembrou que o mesmo local foi palco de operação com oito mortos durante outra ação da PRF em fevereiro deste ano. “O Brasil é signatário de tratados e acordos internacionais que nos obrigam a investigar e punir violações de direitos humanos” (As mortes) não podem ser investigadas como se fossem simples saldo de operações policiais” disse.
Ação não seria tolerada em bairros nobres, diz Defensoria O Ministério Público disse que a justificativa da ação policial foi a movimentação de criminosos do CV (Comando Vermelho) da Vila Cruzeiro para a Rocinha. Já a Defensoria Pública criticou a operação que “jamais seria tolerada em bairros nobres” do Rio .
O núcleo de defesa dos direitos humanos e a ouvidoria da Defensoria estiveram no Complexo da Penha acompanhando a ação. “Até o momento, se está apurando a legalidade da operação e a proporcionalidade do uso da força”, informou o órgão. De acordo com a corporação, “criminosos começaram a fazer disparos de arma de fogo na parte alta da comunidade”. Os tiros na região da Penha começaram por volta de 4h20. Moradores relatam momentos de terror durante a ação policial.
Fonte: Uol